quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Hoje é aniversário do William Serra!!!!!!!!!!


Hoje é aniversário do meu querido , solidário, carinhoso, prestativo e meigo amigo William Serra! Pessoa maravilhosa, preocupada com o bem estar dos companheiros, que telefona, se emociona, dá apoio, enfim, uma raridade nos dias de hoje!
Desejo a você, William, tudo o que de melhor esta vida pode lhe oferecer! Você, mais do que ninguém, merece!
Beijo grande!
Angela

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Rio de Janeiro em 1936




RIO 1936, DOCUMENTÁRIO DA METRO
"City of Splendour"

Interessante documentário sobre o Rio pescado na internet.
Reparem nas ruas limpíssimas, os parques sem cercas, os espelhos d'água límpidos e a moda da praia.
Notem ainda os tipos de veículos. E que a Avenida Beira-Mar (Atlântica) ainda era estreita.
Mostra ainda como se produz aquele artesanato kitsch com asas de borboletas, até hoje típico na cidade. Em 1936, segundo a narrativa do documentário, existiam no Rio 700 espécies de borboletas.
Boa viagem ao passado!!!


Filme enviado no sábado passado, por e-mail, pelo meu irmão Gustavo.

Rio de Janeiro em 1967




Trata-se de um clip para o filme "Roberto Carlos em Ritmo de Aventura", na época da Jovem Guarda.

O helicóptero é da VOTEC (Vôos Técnicos e Executivos) - facilmente identificado pela logomarca. Para atravessar o Túnel do Pasmado interromperam o trânsito e podem-se ver poucos carros parados perto do Mourisco. Só dá Fusca.
Nada da Torre do Rio Sul, tampouco da Morada do Sol.
A Avenida Atlântica, sem alargamento, com apenas uma pista. Ao passar pelo Largo da Carioca, esquina com 13 de Maio, vê-se o então famoso "Tabuleiro da Bahiana".
O Prédio do BNDES ainda não existia ! Copacabana não tinha sida aterrada,tinha uma só pista!
Na Cinelândia, vê-se ainda o antigo Senado Federal (Palácio Monroe).
A descida é no antigo prédio do Banco do Estado da Guanabara, atual Itaú/Banerj, em frente ao Buraco do Lume. Provavelmente o único heliponto do Centro da cidade naquela época.
A época a cidade do Rio de Janeiro era o Estado da Guanabara.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

A arte de agradecer

J. Carino

Montagem sobre foto

23|10|07 • Nos dias que correm, a arte de agradecer está desaparecendo em meio à confusão comunicativa. A simplicidade, a beleza e o som gostoso de um “obrigado” estão cada vez mais difíceis de se encontrar.

A vida corre; a luta pela sobrevivência é intensa; a praticidade se impõe. Tudo isso faz com que os pequenos gestos de atenção, de gentileza, fiquem esquecidos. Entre eles, as manifestações de agradecimento.

Sim, agradecer é uma arte. Quando se agradece, não basta a simples repetição mecânica de palavras; é necessário que elas contenham o brilho da sinceridade e o calor da verdade de quem agradece.

Essa arte é feita, inclusive, de sutilezas e de delicadeza. O agradecimento não pode soar como uma obrigação; não pode também conter a arrogância dos que agradecem a contragosto. Agradecer é como pintar ou esculpir: a alma de quem faz deve misturar-se ao gesto de fazer. O resultado precisa conter a beleza integral dessa manifestação de atenção.

Já reparou, caro leitor, como um simples “obrigado” é algo poderoso? Muitas vezes, em meio à tensão de um contato malsucedido, ou mesmo quando se percebe que o desentendimento vai descambar para uma discussão, essa palavra mágica  desarma espíritos e dissolve resistências.

Manifestar agradecimento também honra e enobrece aqueles a quem agradecemos. É o caso típico dos que nos prestam serviços – como balconistas, garçons, porteiros, motoristas de ônibus ou de táxi -, a quem muitos não agradecem, seja por distração, seja por acharem que não fazem mais do que sua obrigação ao nos atenderem bem. E sem dúvida um “muito obrigado”, dito com calor e sinceridade, pode salvar o dia de alguém que já pode estar se considerando humilhado, mal remunerado ou injustiçado em seu trabalho.

Interessante é lembrar que, embora a gente nem sempre exercite a arte de agradecer, desejamos receber agradecimentos. Muitas vezes nos enfurecemos quando não recebemos pelo menos uma palavra de agradecimento. Nossa idéia mais típica é julgar que aí existe uma ingratidão em relação ao que fizemos.

Preocupa-me sobremaneira observar que a arte do agradecimento não está sendo passada como antes às novas gerações. Crianças – pessoas em formação – não nascem sabendo agradecer; precisam ser ensinadas; necessitam aprender essa arte, como as demais regras de civilidade e gentileza sem as quais jamais se tornarão integralmente humanas. Adultos têm o inelutável dever de passar a esses seres novos que entram no mundo o que esse mundo contém, de mau ou de bom, inclusive as manifestações básicas de conduta harmoniosa na convivência com os outros, entre elas a arte de agradecer.

Assusta-me igualmente ver entre os jovens essa ausência contumaz de agradecimentos. Quero crer que lhes parece “caretice” dizer um “obrigado”. Ou talvez seja simples falta de tempo, ou ainda um dos frutos da confusão comunicativa a que me referi no início desta crônica.

Agradecer é doar-se em sinceridade a outrem; é reconhecer-lhe a importância; é testar a própria humildade; é manifestar a boa educação – condição que também parece estar se dissolvendo em meio à brutalidade e à ignorância cada vez mais generalizadas.

Receber alguma coisa – uma mensagem, um presente, um bom serviço, ou um simples gesto de atenção – é muito bom. Porém, melhor ainda é usufruir dos resultados da arte de agradecer. Quando superamos nossas resistências, às vezes até motivadas pela timidez, vemos o quanto é gostoso agradecer, geralmente vendo refletida nos olhos daqueles a quem agradecemos a importância de nosso gesto de agradecimento.

Que bom será se pudermos continuar cultivando a arte de agradecer.

E eu, prezado leitor, agradeço, do fundo do coração, seu carinho e generosidade de ler o que escrevo. Obrigado mesmo!

.......................................................................................................................................
J. Carino
é professor universitário aposentado, consultor e escritor, sendo autor de “Olhando a Cidade & Outros Olhares” (UniverCidade Editora, 2004), livro de crônicas sobre os bairros do Rio de Janeiro, com apresentação de Ruy Castro. Para conhecer mais sobre o autor visite a sua página
www.jcarino.com.br

www.cronicascariocas.com

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Lavou as mãos e não tem toalha...




Hehehe...

Converte-te

Converte-te  numa pessoa melhor e assegura-te de  saber
quem és antes de conhecer mais alguém e esperar
que essa  pessoa saiba quem és.

Mensagem reflexiva de autor desconhecido. Tela de Jean Béraud

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Gay Power!




Flagrantes da passeata que aconteceu em Copacabana no dia 14/10/2007 pela
criminalização da homofobia! Maravilhosa! O bom-humor imperou e eu me diverti a valer!!!!!!

Criminalização da homofobia

Pedro Estevam Serrano

Notícia veiculada pela imprensa no dia 12 de junho, informa a existência de suspeitas por parte da polícia de que o assassinato do francês Grégor Erwan Landouar pode ter sido praticado por homofobia de seus agentes. O preconceito contra a orientação homossexual seria, eventualmente, a razão da conduta criminosa.

Obviamente as investigações deverão prosseguir, sendo ainda cedo para qualquer conclusão. Nossa polícia é sabidamente competente para deslindar com brevidade o ocorrido.

Mas a suspeita em questão traz a lume outro aspecto da tragédia: a necessidade de aprovação, com urgência, pelo Legislativo nacional, do projeto de lei que criminaliza a homofobia.

A prática de violência contra outrem obviamente já é conduta gravada como ilícita em nossa legislação penal, mas inegavelmente quando motivada por preconceito racial ou de orientação sexual deve ter agravadas suas sanções.

Ao matar ou agredir alguém por conta de crenças e posturas homofóbicas o agente não agride apenas a vida ou a integridade física individual. Valores fundamentais de nossa ordem jurídica, como os direitos fundamentais das pessoas e o regime democrático, são atingidos pela conduta criminosa.

O que caracteriza a convivência democrática não é apenas o escrutínio das decisões públicas pela maioria dos integrantes da sociedade, mas principalmente o respeito à existência da minoria e a seu direito de expressar idéias, valores e afetos. Democracia não é —nem deve ser— entendida como ditadura da maioria.

O respeito à existência e à expressão de minorias étnicas e de orientação sexual é um valor fundamental não apenas da Constituição brasileira, mas de todo nosso processo civilizatório, razão que lhes confere caráter universal.

Inobstante fundado na noção de liberdade de expressão e debates de idéias e valores, o regime democrático impede o debate de alguns temas tidos como ameaça à própria existência da democracia. Como qualquer regime político, a democracia estabelece mecanismos de garantia de sua própria sobrevivência como sistema, impondo regras de aceitabilidade ao debate.

Portanto, a defesa de posturas como racismo, pedofilia, homofobia e tortura não podem servir de arrimo ideológico a grupos ou agremiações partidárias, nem sua admissão como matéria de debate político, salvo obviamente no que respeita a aprovação de leis que tipifiquem como crime tais condutas.

Essa a razão de lei de iniciativa do governo Fernando Henrique Cardoso, que tornou crime a organização de partido nazista e do uso de seus símbolos e de seus incrementos de propaganda.

O nazismo não é crime por sua dimensão de direita conservadora, mas sim por fundar-se em valores racistas, anti-semitas, razão que recomenda a punição de sua apologia. A democracia não pode admitir a presença de um partido racista no debate público, pois estaria pondo em risco a existência, a liberdade de expressão e a segurança física de uma parcela da população.

Como ensina o eminente jus-filósofo norte-americano John Rawls, um regime democrático justo pressupõe tolerância na convivência dos diferentes, em especial com as minorias. Pressupõe até mesmo tolerância com facções intolerantes, mas não admite tolerância quando estas facções intolerantes ameaçarem a segurança dos tolerantes ou de terceiros.

Grupos homofóbicos não merecem persecução, num regime democrático, por conta de sua crença conservadora e intolerante com a minoria homoafetiva. Merecem ser punidos pela ameaça que representam ao regime democrático, por postularem a supressão física ou a supressão da liberdade de expressão ideológica e afetiva de parcela da comunidade.

Note-se que há diferença profunda entre (i) não simpatizar com práticas homossexuais por questões de crença religiosa ou ideológica e a (ii) adoção de práticas tendentes à exclusão dos homossexuais do ambiente social, através de agressões físicas, morais ou de restrições indevidas, violentas ou não, à sua livre expressão e a seu tratamento igual em relação aos adotantes da orientação sexual hegemônica.

A primeira postura referida é conservadora, mas nada tem de homofóbica. A segunda caracteriza homofobia e não apenas não deve ser admitida ao debate como deve ser considerada crime.

O crime cuja intenção do agente implique em preconceitos vulneradores das práticas democráticas deve ser punido com mais rigor que o crime comum. Matar alguém, por exemplo, deve ser conduta punida severamente, mas com muito mais rigor se a razão do homicídio for o preconceito contra a religião, a etnia ou a orientação sexual da vítima, ou que o agente supunha como dela.

A luta pela criminalização da homofobia e a adoção de posturas cotidianas fortalecedoras do reconhecimento do direito à livre expressão sexual e afetiva não devem ser titularizadas apenas pelos gays, mas por toda cidadania, como forma de defesa das liberdades públicas, dos direitos fundamentais, do regime democrático e de uma sociedade justa.

Como sabiamente ensina o jurista referido: "Cada pessoa tem uma inviolabilidade fundada na justiça que nem mesmo o bem-estar da sociedade como um todo pode anular. Por isso, numa sociedade justa, os direitos assegurados pela justiça não estão sujeitos a barganha política ou ao cálculo dos interesses sociais".

domingo, 14 de outubro de 2007

Dia da Criança com Pedro!




Dia 13 de Outubro, dia em que meu pai faria 81 anos, meu netinho Pedro veio comemorar o Dia da Criança na minha casa, com seu pai, meu irmão, minha mãe e maridão!

Cow Parade em Copa!




Lindas, não?

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

A lei de Zeca Pagodinho

Recebi hoje por e-mail e concordo totalmente!

A lei de Zeca Pagodinho

Nailor Marques Junior

Diz uma história que numa cidade apareceu um circo, e que entre seus artistas havia um palhaço com o poder de divertir, sem medida, todas as pessoas da platéia e o riso era tão bom, tão profundo e natural que se tornou terapêutico. Todos os que padeciam de tristezas agudas ou crônicas eram indicados pelo médico do lugar para que assistissem ao tal artista que possuía o dom de eliminar angústias.

Um dia porém um morador desconhecido, tomado de profunda depressão, procurou o doutor. O médico então, sem relutar, indicou o circo como o lugar de cura de todos os males daquela natureza, de abrandamento de todas as dores da alma, de iluminação de todos os cantos escuros do nosso jeito perdido de ser. O homem nada disse, levantou-se, caminhou em direção à porta e quando já estava saindo, virou-se, olhou o médico nos olhos e sentenciou: "Não posso procurar o circo... aí está o meu problema: eu sou o palhaço".

Como professor vejo que, às vezes, sou esse palhaço, alguém que trabalhou para construir os outros e não vê resultado muito claro daquilo que faz.

Tenho a impressão que ensino no vazio (e sei que não estou só nesse sentimento) porque depois de formados meus ex-alunos parecem que se acostumam rapidamente com aquele mundo de iniqüidades que combatíamos juntos. Parece que quando meus meninos(as) caem no mercado de trabalho, a única coisa que importa é quanto cada um vai lucrar, não importando quem vai pagar essa conta nem se alguém vai ser lesado nesse processo.

Aprenderam rindo, mas não querem passar o riso à frente nem se comovem com o choro alheio. Digo isso até em tom de desabafo, porque vejo que cada dia mais meus alunos se gabam de desonestidades. Os que passam os outros para trás são heróis e os que protestam são otários, idiotas ou excluídos, é uma total inversão dos valores. Vejo que alguns professores partilham das mesmas idéias e as defendem em sala de aula e na sala de professores e se vangloriam disso.

Essa idéia vem me assustando cada vez mais, desde que repreendi, numa conversa com alunos, o comportamento do cantor Zeca Pagodinho, no episódio da guerra das cervejas, e quase todos disseram que o cantor estava certo, tontos foram os que confiaram nele. "O importante, professor, é que o cara embolsou milhões", disse-me um; outro: "Daqui a pouco ninguém lembra mais, no Brasil é assim, e ele vai continuar sendo o Zeca, só que um pouco mais rico". Todos se entreolharam e riram, só eu, bobo que sou, fiquei sem graça.

O pior é quando a gente se dá conta que no Brasil é assim mesmo, o que vale é a lei de Gérson: "O importante é levar vantagem em tudo, certo?" (Lei de Gerson..! dá para rir..?). A pergunta é: É possível, pela lógica, que todo mundo ganhe ? Para alguém ganhar é óbvio que alguém tem de perder. A lógica é guardar o troco a mais recebido no caixa do supermercado; é enrolar a aula fingindo que a matéria está sendo dada; é fingir que a apostila está aberta na matéria dada, mas usá-la como apoio enquanto se joga forca, batalha naval ou jogo da velha; é cortar a fila do cinema ou da entrada do show; é dizer que leu o livro, quando ficou só no resumo ou na conversa com quem leu; é marcar só o gabarito na prova em branco, copiado do vizinho, alegando que fez as contas de cabeça; é comprar na feira uma dúzia de 15 laranjas; é bater num carro parado e sair rápido antes que alguém perceba; é brigar para baixar o preço mínimo das refeições nos restaurantes universitários, para sobrar mais dinheiro para a cerveja da tarde; é arrancar as páginas ou escrever nos livros das bibliotecas públicas; é arrancar placas de trânsito e colocá-las de enfeite no quarto; é trocar o voto por empregos, pares de sapato ou cestas básicas; é fraudar propaganda política mostrando realizações que nunca foram feitas: a lógica da perpetuação da burrice.

Quando um país perde, todo mundo perde. E não adianta pensar que logo bateremos no fundo do poço, porque o poço não tem fundo.

Parafraseando Schopenhauer: "Não há nada tão desgraçado na vida da gente que ainda não possa ficar pior". Se os desonestos brasileiros voassem, nós nunca veríamos o sol. Felizmente há os descontentes, os lutadores, os sonhadores, os que querem manter o sol aceso, brilhando e no alto.

A luz é e sempre foi a metáfora da inteligência. No entanto, de nada adianta o conhecimento sem o caráter. Que nas escolas seja tão importante ensinar Literatura, Matemática ou História quanto decência, senso de coletividade, coleguismo e respeito por si e pelos outros.

Acho que o mundo (e, sobretudo, o Brasil) precisa mais de gente honesta do que de literatos, historiadores ou matemáticos. Ou o Brasil encontra e defende esses valores e abomina Zecas, Gérsons, Dirceus, Dudas, Rorizes todos os que chamam desonestidades flagrantes, de espertezas técnicas, ou o Brasil passa de país do futuro para país do só furo.

De um Presidente da República espera-se mais do que choro e condecoração a garis honestos, espera-se honestidade em forma de trabalho e transparência.

De professores, espera-se mais que discurso de bons modos, espera-se que mereçam o salário que ganham (pouco ou muito) agindo como quem é honesto.

A honestidade não precisa de propaganda, nem de homenagens, precisa de exemplos. Quem plantar joio, jamais colherá trigo.

Quando reflexões assim são feitas cada um de nós se sente o palhaço perdido no palco das ilusões. A gente se sente vendendo o que não pode viver, não porque não mereça, mas porque não há ambiente para isso. Quando seria de se esperar uma vaia coletiva pelo tombo, pelo golpe dado na decência, na coerência, na credibilidade, no senso de respeito, vemos a população em coro delirante gritando "bis" e, como todos sabemos, um bis não se despreza. Então, uma pirueta, duas piruetas, bravo! bravo!

E vamos todos rindo e afinando o coro do "se eu livrar a minha cara o resto que se dane".

Enquanto isso o Brasil de irmã Dulce, de Manuel Bandeira, do Betinho, de Clarice Lispector, de Chiquinha Gonzaga e de muitos outros heróis anônimos que diminuíram a dor desse país com a sua obra, levanta-se, caminha em silêncio até a porta, vira-se e diz:

- Esse é o problema... eu sou o palhaço.




Revolução da alma...

Revolução da Alma

Ninguém é dono da sua felicidade,
por isso não entregue sua alegria, sua paz,
sua vida nas mãos de ninguém,
absolutamente ninguém.

Somos livres,
não pertencemos a ninguém 
e não podemos querer ser donos dos desejos,
da vontade ou dos sonhos 
de quem quer que seja.


Se você anda repetindo muito
"eu preciso tanto de você"
 ou,
"você é a razão da minha vida",
cuide-se.
Remova essas palavras 
e principalmente a ação dessas palavras
 da sua vida, pois fazem muito mal 
ao seu "eu" interior.
 
A razão da sua vida é você mesmo.


A tua paz interior é a tua meta de vida,
quando sentires um vazio na alma,
quando acreditares
 que ainda está faltando algo,
mesmo tendo tudo,
remete teu pensamento
 para os teus desejos mais íntimos 
e busque a divindade que existe em você.
 
 Pare de colocar sua felicidade
 cada dia mais distante de você.
Não coloque objetivos
 longe demais de suas mãos,
abrace os que estão ao seu alcance hoje.


Se andas desesperado
 por problemas financeiros,
amorosos 
ou de relacionamentos familiares,
busca em teu interior
 a resposta para acalmar-te,
você é  reflexo
 do que pensas diariamente.
Pare de pensar mal de você mesmo(a),
e seja seu melhor amigo(a) sempre.
 


Sorrir significa aprovar, 
aceitar, felicitar.
Então abra um sorriso para aprovar
o mundo que te quer oferecer o melhor.
Com um sorriso no rosto as pessoas terão as
melhores impressões de você,
e você estará afirmando para você mesmo,
que está "pronto"para ser feliz.


Trabalhe, trabalhe muito a seu favor.
Pare de esperar a felicidade sem esforços.
Pare de exigir das pessoas aquilo que nem
você conquistou ainda.
 
Critique menos, trabalhe mais.
E, não se esqueça nunca de agradecer.
Quando você agradece,
Deus recebe seu coração.
Agradeça tudo que está em sua vida 
nesse momento, inclusive a dor .
Nossa compreensão do universo, 
ainda é muito pequena para julgar o que
quer que seja na nossa vida.


Por fim,
acredite que não estamos sozinhos
 um instante sequer.

Você pode,
através de uma  oração simples 
e de coração 
buscar Aquele que é maior 
que quaisquer problemas.
Unir-se a DEUS nos momentos de alegria,
garante uma facilidade maior de contato
nos momentos menos alegres.
Pense nisso!!!
 
 
 
Paulo Roberto Gaefke
 
do livro 
 
Quando é preciso viver, pág 69

Museu da voz!

Agora sim acho que vai dar para vocês verem!
Espetacular, foi meu irmão que me mandou!
Attachment: museu_da_voz.pps

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Para os Lulistas avessos ao Sistema Globo!

Tereza Cruvinel será presidente da nova TV pública

Jornalista é colunista do jornal "O Globo" e comentarista da Globo News.
Não há data para a posse, já que a TV ainda não foi nem mesmo criada.
Do G1, com informações da Globo News e da Agência Estado

A presidente da nova TV pública, a ser criada pelo governo federal, será a jornalista Tereza Cruvinel.

 

Para ocupar o cargo, ela deixa as funções de colunista de política do jornal "O Globo", e de comentarista da Globo News.

 

A indicação, negociada entre a jornalista e o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Franklin Martins, foi confirmada na noite desta quarta-feira (26).

Ainda não há data para a posse, já que a TV ainda não foi nem mesmo criada. O grupo de trabalho que analisa o formato da TV terá de encerrar os trabalhos nesta semana.

 
Depois disso, a proposta terá de ser apresentada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A medida provisória que criará a TV, de acordo com a Secom, ainda precisa de ajustes jurídicos. Apesar da previsão inicial de que ficaria pronta ainda em setembro, o próprio governo ainda não garante nem mesmo um novo prazo.

A TV pública deverá usar parte da estrutura que hoje pertence à Radiobrás, a rede de comunicação do governo federal. Uma das definições é que a sede da nova TV será no Rio de Janeiro.



Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL110860-5601,00.html


É, com tanto jornalista "sério" no PT, o governo escolheu logo uma profissional do "massacrante e denuncista sistema Globo"...Hahahaha...

Para os Lulistas avessos ao Sistema Globo!

Tereza Cruvinel será presidente da nova TV pública

Jornalista é colunista do jornal "O Globo" e comentarista da Globo News.
Não há data para a posse, já que a TV ainda não foi nem mesmo criada.
Do G1, com informações da Globo News e da Agência Estado

A presidente da nova TV pública, a ser criada pelo governo federal, será a jornalista Tereza Cruvinel.

 

Para ocupar o cargo, ela deixa as funções de colunista de política do jornal "O Globo", e de comentarista da Globo News.

 

A indicação, negociada entre a jornalista e o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Franklin Martins, foi confirmada na noite desta quarta-feira (26).

Ainda não há data para a posse, já que a TV ainda não foi nem mesmo criada. O grupo de trabalho que analisa o formato da TV terá de encerrar os trabalhos nesta semana.

 
Depois disso, a proposta terá de ser apresentada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A medida provisória que criará a TV, de acordo com a Secom, ainda precisa de ajustes jurídicos. Apesar da previsão inicial de que ficaria pronta ainda em setembro, o próprio governo ainda não garante nem mesmo um novo prazo.

A TV pública deverá usar parte da estrutura que hoje pertence à Radiobrás, a rede de comunicação do governo federal. Uma das definições é que a sede da nova TV será no Rio de Janeiro.



Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL110860-5601,00.html


É, com tanto jornalista "sério" no PT, o governo escolheu logo uma profissional do "massacrante e denuncista sistema Globo"...Hahahaha...

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

II Motociata Contra a Impunidade! (You Tube)

Rating:★★★★★
Category:Other
Registro da motociata promovida pelo Movimento Gabriela Sou da Paz, contra a violência e a impunidade!



ISTO É UM PROTESTO E UMA COBRANÇA!

EM 08/03/06 FOI ENTREGUE EM BRASÍLIA UM PROJETO DE INICIATIVA POPULAR INSCRITO SOB O Nº PL - 7053/2006 ,
QUE PEDIA MUDANÇAS NO CÓDIGO PENAL BRASILEIRO.
MAIS DE 1 MILHÃO E 300 MIL CIDADÃOS BRASILEIROS ASSINARAM ESSE PROJETO E EXIGEM A VOTAÇÃO E APROVAÇÃO DO MESMO.

PASSOU-SE 1 ANO E MEIO E OS SRS CONGRESSISTAS AINDA NEM COLOCARAM EM VOTAÇÃO ESTE PROJETO.

POR ISSO, NO ULTIMO DIA 16/09/07, FOI REALIZADA A SEGUNDA MOTOCIATA DIGA NÃO À IMPUNIDADE, NÃO SOMENTE PARA PROTESTAR, MAS PARA COBRAR NOSSOS DIREITOS.


MAIORES DETALHES www.gabrielasoudapaz.org

OBRIGADA - MOVIMENTO GABRIELA SOU DA PAZ

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Depois da motociata, passeio pelo Forte de Copacabana!




Poucas fotos, mas não deixa de ser um registro do nosso passeio após a saída das motos...
Te adoro, Silvinha!

II Motociata Diga Não à Impunidade! Silvia e eu fomos!




A II Motociata Diga Não à Impunidade reuniu em torno de 800 motos e pelo menos uns 30 carros além das pessoas presentes tanto na concentração no Posto 6 em Copacabana, como durante o trajeto até a Av.Gabriela Prado Maia Ribeiro na Tijuca. O objetivo é pressionar Brasília a votar o projeto de iniciativa popular entregue em março de 2006 que visa diminuir brechas da lei contra a impunidade.
Os Motoclubes compareceram em massa, trazendo junto a esperança de dias melhores, onde prevaleça a justiça, solidariedade e respeito e não a violência e impunidade.

http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL105460-5606,00-CARIOCAS+PROTESTAM+CONTRA+A+IMPUNIDADE.html

http://oglobo.globo.com/rio/mat/2007/09/16/297750092.asp
http://oglobo.globo.com/rio/mat/2007/09/16/297747527.asp

http://extra.globo.com/rio/materias/2007/09/16/297747542.asp

http://quest1.jb.com.br/editorias/rio/papel/2007/09/17/rio20070917001.html

Texto copiado do Blog Gabriela Sou da Paz - http://gabrielasoudapaz.zip.net/

domingo, 22 de julho de 2007

Hoje é aniversário da Renata Coelho Filhuskaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!

Parabéns, minha querida!!!!!!!!
Desejo que Deus te dê toda a felicidade que existe na terra, nesta data, e sempre!!!!!!!
Te amo muito!



quarta-feira, 18 de julho de 2007

O governo é o culpado, com certeza!

Tragédia do vôo 3054 da TAM: associações culpam governo pelo caos aéreo.

 

18.07, 03h09

 

       Loteamento de cargos faz mais vítimas inocentes

 

       Não é possível continuar assistindo o massacre de inocentes. O caos

aéreo e as tragédias começaram a ocorrer, exatamente, a partir do momento

em que se retirou do Ministério da Aeronáutica a administração do Sistema

de Aviação Civil. Isso não é coincidência. É o resultado da

desprofissionalização do setor, da falta de subordinação entre órgãos e da

quebra da hierarquia do sistema.

 

      A Aeronáutica, organização altamente profissionalizada (e imune a

loteamentos de cargos), administrou a aviação no Brasil de 1941 até março

de 2006. Foram 65 (sessenta e cinco) anos de gestão. Sessenta e cinco anos,

sem que nada sequer parecido com o que ocorreu nos últimos treze meses

tivesse se verificado. Profissionais (militares) foram sendo substituídos

por militantes políticos inexperientes. Órgãos que compõem o sistema de

aviação civil foram inoculados com essa anomalia brasileira que a cada

quatro anos distribui vinte e cinco mil cargos. Essa prática é inédita no

mundo. Igualmente inédito é o caos aéreo brasileiro que não encontra

precedente em toda a história do transporte aéreo mundial, desde Santos

Dumont.

 

       Pelo amor de Deus, devolvam o comando da aviação civil do País ao

Ministério da Aeronáutica, única maneira de blindá-la a essa prática que

está acabando com a administração pública brasileira. Acabem com o

Ministério da Defesa e com a ANAC. Restabeleça-se o organograma que

administrou a aviação no Brasil, de 1941 até a criação dessas duas peças

inúteis.

 

       O que mais precisa acontecer? Quantas vidas vale um cargo? A aviação

simplesmente não funciona sem profissionalismo, disciplina e hierarquia.

Isso não existe mais. Enquanto esses três requisitos estiverem ausentes, o

caos aéreo, as tragédias e as mortes vão continuar.

 

       A ANDEP e o FÓRUM, por suas diretorias, manifestam sua dor pela

perda de vidas de inocentes, entre as quais identifica amigos e

conterrâneos.

 

       Porto Alegre, 17 de julho de 2007.

 

       Cláudio Candiota Filho

       pres. ANDEP - Associação Nacional em Defesa dos Direitos dos

Passageiros do Transporte Aéreo

 

       Alcebíades Adil Santini

      pres. FÓRUM ESTADUAL DE DEFESA DO CONSUMIDOR

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Crítica da Lelê no Jornal do Brasil (revista Ponto TV do último domingo)




Mais uma vez nossa amiga Elena arrasou!

Parabéns, JB, esta foi uma ótima aquisição!

Cliquem duas vezes para ampliar !

terça-feira, 22 de maio de 2007

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Para Nadika as fotos do nosso encontro!




Minha querida amiga, estas são as fotos do clipe que você queria. Pena que não posso mandá-lo por e-mail pois é enorme...
Clique em Nadika in Rio! para ver o clipe.
Beijo grande!

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Finalmente!




Esta foto foi tirada no Dia das Mães. Existe presente melhor do que a saúde de quem amamos?

domingo, 4 de fevereiro de 2007

Presente que ganhei hoje!




Gente, uma amiga muito querida que não vejo há anos, me mandou estas fotos que foram tiradas quando eu jogava vôley pelo juvenil do Botafogo! Na foto de cima sou a terceira a partir da direita e na de baixo, a primeira ajoelhada a partir da esquerda! Muito legal! O técnico era o Affonsinho MacDowel.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

Eternidade (homenagem ao meu pai)



Eternidade




 




 




É paradoxal que um homem que
passou a vida fazendo loucuras sobre uma motocicleta, tenha tido um fim como um
simples pedestre. É muito difícil para alguém aceitar a idéia de que tudo acaba
com a morte. Se assim for, a vida não tem o menor sentido. Nosso pai era uma
pessoa que tinha um pacto com a vida e cumpriu a sua parte. Se a morte o
surpreendeu, deve haver algo maior que justifique a sua ausência e dê sentido à
nossa existência.





 





O amor pelas máquinas de
duas e quatro rodas veio da infância, influenciado por seu pai Arsênio e seu
irmão mais velho Afrânio, tão tragicamente desaparecido. No final dos anos
quarenta, Aluizio atingiu o auge da sua carreira de piloto de motocicleta,
conquistando o campeonato brasileiro de subida de montanha, modalidade
esportiva comum naquela época e que atraía grande público no velho circuito da
Gávea. Também participou de diversas provas na Quinta da Boa Vista, tendo como
grande rival nas pistas e grande amigo fora delas, Arlindo Pereira Carneiro.





 





Em 1952 nosso pai sofreu o
grande trauma de sua vida: a perda trágica de seu irmão Afrânio. Poucas vezes
ouvimos papai falar sobre ele. A dor da perda o acompanhou até os seus últimos
dias. Queremos acreditar que a esta altura tio Afrânio arranjou uma motocicleta
espacial para ele, e que os dois estão cavalgando entre as estrelas, para
desespero da vovó, temerosa que seus filhos sejam atingidos por um cometa
perdido.





 





Por volta de 1956, Aluizio
conheceu aquele que viria a se tornar seu sócio, e um segundo pai para nós:
Albino Brentar. Para quem conheceu os dois, não dá para acreditar que uma
sociedade pudesse durar trinta anos entre pessoas tão diferentes. A paixão
pelas máquinas talvez fosse o único elo comum que os unisse. Pois estes dois
fundaram a Lemos & Brentar em 1957, que foi durante muitos anos um dos
principais pontos de encontro dos amantes do automobilismo e motociclismo no
Rio de Janeiro. A dupla Lemos & Brentar foi sem dúvida a principal distribuidora
Puma do Brasil, sem considerar a revenda paulista que pertencia aos donos da
fábrica. A empresa foi responsável pela venda de um quarto da produção da
indústria até o seu fechamento. Até hoje somos procurados por colecionadores de
carros antigos em busca de informações sobre seus veículos.





 





Em 1974, os dois acreditaram
no então incipiente mercado de motocicletas e adquiriram a Setemo, revenda
Honda na Gávea, um ano antes da implantação da primeira indústria de
motocicletas no Brasil.





 





A paixão pelo automobilismo
fez com que ambos transformassem a Lemos & Brentar no principal ponto de
apoio de equipes de outros estados, que vinham disputar provas na nossa cidade.
Entre elas estão a Dacon e Fittipaldi. Desta última eram representantes no Rio
de Janeiro, onde montavam seus famosos Fittipaldi Fórmula Vê, que tantos
pilotos revelou.





 





Albino se foi há cinco anos,
e hoje deve estar na patota celeste, que também deve contar com Hugo Rodrigo
Otávio, Berth Wills, Luiz Vital – o Bisão –, José Eduardo Bulcão, Miltom Pedro
Gomes, e muitos outros que já se foram.





 





Como pai foi muito severo,
principalmente com sua filha. Como avô foi terno, carinhoso e irreconhecível
para seus filhos. Como amigo, a presença de vocês pode atestar o quanto foi
querido.





 





A venda da Lemos & Brentar
em 1986 provocou uma precoce aposentadoria do nosso pai, que ainda não havia
completado sessenta anos.





 





Aluizio estudou Direito,
porque esta era a profissão do seu pai e avô. Muitos de vocês talvez não saibam
que ele foi juiz do Tribunal de Justiça Desportiva da Federação de
Automobilismo do Rio de Janeiro. Ele não alardeava muito este fato, por
sentir-se constrangido em julgar as barbeiragens dos seus amigos pilotos de
competição.





 





Nosso pai teve uma vida
pessoal conturbada, com dois casamentos e um relacionamento com os filhos que
alternava entre os extremos. Muitas diferenças só serão superadas pela
eternidade. Foi um pai presente, e isso não podemos negar. Papai viveu
intensamente seus oitenta anos. O que nos deixa mais triste é que fisicamente estava
longe de ter chegado sua hora. Teria muitos anos pela frente. As motocicletas
espaciais devem estar lá fora esperando o fim da missa para saírem em cortejo.
Triste para quem ficou.





 





Agradecemos a todos vocês em
nome da família o carinho que temos recebido.





 





 





                                   
Angela e
Gustavo




Texto redigido pelo meu irmão Gustavo e lido por mim, hoje, ao início da Missa de Sétimo Dia de falecimento do meu pai.










segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

O espiritismo consola, quando a dor da perda é imensa...



A Morte Súbita



16º Encontro Sobre “O Livro dos Espíritos”



Palestra Virtual

Promovida pelo Canal #Espiritismo

http://www.irc-espiritismo.org.br

e pelo Centro Espírita Léon Denis

http://www.celd.org.br



Palestrante: Eneida Caruso

Rio de Janeiro

06/03/2000



Organizadores da palestra:



Moderador: Wania” (nick: |Moderadora|)



“Médium digitador”: André Alcântara (nick: Eneida_Caruso)



Oração Inicial:



<|Moderadora|> Senhor Jesus, mais uma vez, aqui
reunidos, buscamos o teu amparo para as atividades desta tarde. Que os amigos
espirituais que conduzem este trabalho possam nos sustentar, nos orientar e nos
pacificar. Envolva, Mestre, a companheira Eneida que desenvolverá o tema da
tarde. Que seja em teu nome, mas sobretudo em nome de Deus, o início da nossa
atividade da tarde. Que assim seja!



Considerações Iniciais do Palestrante:



<Eneida_Caruso> O objetivo de hoje, ao analisarmos a questão da morte
súbita, é de refletir acerca da forma como lidamos com a perda de entes queridos
que partiram vítimas de acidentes vários e suicídios. (t)



Perguntas/Respostas:



<|Moderadora|> [01] <_Stone_> A morte súbita é uma fatalidade?



Vamos responder a esta questão com o conteúdo da questão 851
de “O Livro dos Espíritos”, que nos diz assim: "A fatalidade existe unicamente
pela escolha que o espírito fez, ao encarnar, desta ou daquela prova para
sofrer. (...) Falo das provas físicas, pois pelo que toca as provas morais e as
tentações o espírito, conservando o livre arbítrio quanto ao bem e ao mal, é
sempre senhor de ceder ou resistir." (t)



<|Moderadora|> [02] Os desencarnes coletivos são resgates?



É certo que a Providência Divina reúne, por força das
necessidades das criaturas, estas mesmas criaturas em torno de circunstâncias
que promovem o desencarne coletivo. Lembrando que o acaso não existe, nos
reportemos à questão 737 de “O Livro dos Espíritos”, onde os espíritos nos dizem
que Deus fere a humanidade por meio de flagelos destruidores para fazê-la
progredir mais depressa. (t)



<|Moderadora|> [03] Qual a situação do espírito no caso da morte
súbita. O desligamento do corpo físico também é súbito?



Para responder essa questão temos que entender que a condição
evolutiva do espírito desencarnante faz com que este tenha um entendimento mais
amplo ou não, que possa avaliar as suas condições no momento do passamento.
Existem inúmeros relatos de espíritos que, diante da morte súbita, sequer se dão
conta do acontecer e de outros tantos que tomam conhecimento do fato por si
mesmos e com o auxílio de amigos espirituais que o antecederam ao fenômeno da
morte e o recebem no plano espiritual. Quanto ao desligamento do perispírito,
estes laços também serão cortados de forma súbita e para alguns mesmo de forma
dolorosa. É como se o próprio corpo físico expulsasse o corpo espiritual e,
conseqüentemente, o espírito. (t)



<|Moderadora|> [04] <_Stone_> A maior dificuldade para os que ficam e para
quem desencarna no caso de morte súbita, é a falta do "acerto de contas", ou
seja, o perdão das ofensas, os últimos pedidos e a preparação para uma
despedida?



Tudo isso influi no momento da separação dos entes queridos
que ocorre com a morte súbita. Além do choque, uma das questões que mais aflige
a quem fica, ou até mesmo para quem parte, é a sensação de deixar coisas mal
resolvidas. (t)



<|Moderadora|> [05] <_Stone_> Conheço uma pessoa que nunca viajava de
avião porque sonhava com acidentes horríveis. No entanto, morreu quando um avião
caiu sobre o seu carro. Existem casos em que a criatura nunca poderá fugir do
seu "destino traçado"?



É como nos reportamos inicialmente à questão 851 de “O Livro
dos Espíritos” onde se diz que a fatalidade existe unicamente pelas escolha que
o espíritos fez ao encarnar desta ou daquela prova. E prosseguem os espíritos
dizendo: "Escolhendo-a (a prova), institui para si uma espécie de destino. (t)



<|Moderadora|> [06] “O Livro dos Espíritos” nos coloca que o
momento da morte é a única fatalidade. Como entender isto relacionando com
mortes súbitas, principalmente em caso de acidentes?



Continuamos a afirmar que a morte súbita é um meio pelo qual
o espírito escolhe vivenciar suas provas. Talvez ainda o que nos falta entender
é ver a morte não como um castigo, mas como um fenômeno que faz parte da
natureza humana, ou seja, de espíritos que estão na condição de encarnados,
tanto quanto faz parte desta mesma natureza o nascimento. (t)



<|Moderadora|> [07] A fase de perturbação espiritual é
mais complicada no caso da morte súbita?



Depende. Sempre vai concorrer nestes casos o conteúdo que o
espírito traz ao longo de suas experiências. Não esqueçamos que, ao analisar a
morte de um ente querido, estaremos falando também daquilo que ele, como
espírito, já conseguiu incorporar no seu ser ao longo dos séculos de existência.
Portanto, a fase de perturbação espiritual poderá variar de breves instantes a
meses ou anos, dependendo de sua condição evolutiva. (t)



<|Moderadora|> [08] <_Stone_> Os que desencarnam de morte súbita sofrem
mais do que aqueles que já tem a morte esperada?



Não necessariamente. Reafirmo que o sofrimento do espírito em
relação a morte dependerá das conquistas já realizadas. É claro que, em geral,
os que têm a morte esperada têm maior tempo para se preparar para o passamento,
o que não quer dizer que eles o façam efetivamente. (t)



<|Moderadora|> [09] Tenho lido, principalmente no que tange aos
chamados "suicídios indiretos", que há a possibilidade de o espírito desencarnar
"antes do tempo". Essa possibilidade se aplica também nos casos de acidentes? Se
a resposta for positiva, gostaria de saber também se isso não contraria a máxima
evangélica do "nem um fio de cabelo cai sem que Deus tome disso ciência"?



De uma forma geral, o espírito ao encarnar faz uma
programação das provas pelas quais irá passar, contribuindo para o seu
progresso, ao mesmo tempo que também programa a realização dessas provas num
determinado período de existência aqui na Terra.



Esse período de tempo poderá ser reduzido ou estendido de acordo com o bom
aproveitamento ou não da sua estada aqui na Terra. Portanto, um espírito
invigilante poderá, sim, antecipar o seu retorno ao plano espiritual sem que
tenha conseguido realizar aquilo que havia programado.



Nos casos de acidentes, como você pergunta, é também possível de acontecer
este retorno antecipado; imaginemos uma pessoa que goste de esportes perigosos:
mesmo que ele não tenha a intenção de morrer, você não acha que, ao praticar um
esporte perigoso, ou como gostam de falar, radical, pura adrenalina, não estaria
ele valorizando pouco uma dádiva de Deus, que é o direito de viver? (t)



<|Moderadora|> [10] <_Stone_> Qual o ensinamento contido neste contexto
para quem desencarna e para os entes queridos que ficam?



Sem dúvida nenhuma, estaremos aí, tanto quem "morre", quanto
quem fica, exercitando a nossa parcela de fé em Deus e de confiança na justiça
divina. Principalmente o sentimento da justiça é uma das questões que mais se
sobressaem nos corações que sofrem com a perda súbita de um ente querido. E a
primeira pergunta que fazemos é: “Por quê, meu Deus?” Isto se agrava mais ainda
se pensarmos nas mortes súbitas que tenham como fundo um assassinato. (t)



<|Moderadora|> [11] <_Stone_> Qual a relação entre aborto e morte súbita?
Para a criatura que é assassinada a perturbação é a mesma?



A questão do aborto, para quem o pratica, fica a critério do
julgamento de si mesmo pela sua própria consciência, a medida em que a criatura
compreende que o homem não tem o direito sobre a vida alheia.



Do ponto de vista de quem sofre o aborto, ou seja, do espírito reencarnante,
e que, com o conhecimento que a Doutrina Espírita nos traz, podemos considerar,
para este espírito, como morte súbita. A condição espiritual deste ser também
dependerá daquilo que ele já conquistou como espírito imortal, como já o
dissemos, em questões anteriores.



É comum, nestes casos, ouvirmos de espíritos que foram rejeitados, o
sentimento de mágoa pronunciado pela falta de aceitação por parte daqueles que
deveriam recebê-lo e assim não o fizeram. (t)



<|Moderadora|> [12] Pode haver casos em que o
desligamento rápido do corpo físico, possa manter a vida ainda neste corpo,
existindo apenas a morte cerebral?



Se considerarmos a questão do desligamento, a única coisa que
poderá prender o espírito, revestido do corpo espiritual ou perispírito, ao
corpo físico, será a sua condição mental, o que não quer dizer que o rompimento
dos laços fluídicos já não tenham sido feitos. A morte cerebral é um outro
estado de situação; neste casos, ainda existe vida vegetativa e, portanto, os
laços fluídicos ainda não foram cortados. (t)



<|Moderadora|> [13] <_Stone_> Aquela famosa cena do filme "Ghost", em que
o perispírito do protagonista continua correndo atrás do seu assassino e age
como se ainda estivesse encarnado, logo após o desligamento, é possível ou pura
ilusão?



É perfeitamente possível a ocorrência deste fato. é como
dissemos inicialmente: tudo dependerá do conhecimento que o espírito tem acerca
da vida espiritual. É comum o relato de espíritos que estão, por exemplo, em
situação de perigo, de guerra, ou estados semelhantes, que desencarnam e
continuam "lutando pela sua sobrevivência". (t)



<|Moderadora|> [14] Então é possível, mesmo, desencarnar sem
antes cumprir a "missão"? Isso segue algum critério ou é uma opção? O espirito
pode evoluir com isso?



No dizer dos espíritos a Kardec, relatado no livro “Obras
Póstumas”, a missão somente pode justificar-se pela obra realizada. Portanto é
possível que nós desencarnemos sem cumprir aquilo que nos coube realizar na obra
da criação enquanto espíritos residentes aqui na Terra.



Não diria que para isso exista algum critério, mas fica sempre a liberdade de
escolha do espírito de ceder ou de resistir diante das provas que lhe cabem
cumprir. Para o espírito isto será sempre uma forma de experiência, mesmo que
tenha uma colheita "amarga". (t)



<|Moderadora|> [15] Qual a relação entre suicídio e morte súbita?



Podemos encarar que o suicídio é uma forma de morte súbita.
Ao perdermos um ente querido através de suicídio, geralmente não esperamos que
ele possa escolher este gênero de morte, e o que mais incomoda naqueles que
ficam é o sentimento de culpa gerado pelo ato do suicídio em que se faz a
pergunta: ”Onde foi que errei?”



Além disso, a mágoa gerada no coração daqueles que permanecem encarnados,
muitas vezes é fonte de sofrimento para aqueles que optam pelo suicídio.(t)



Considerações Finais do Palestrante:



<Eneida_Caruso> A questão da morte súbita para nós ainda é, dado o
nosso nível de compreensão das questões espirituais, um motivo de dor para os
nossos corações, tanto de quem fica, como de quem parte. Dor esta,
principalmente, causada pela ausência física daqueles a quem amamos.



Importa neste momento ressaltarmos o valor da Doutrina Espírita em nossas
vidas que nos permite conhecer de formas tão amplas a vida no mundo espiritual
permitindo, assim, que nos preparemos mais diante de situações como estas
relatadas no estudo de hoje. Ressaltemos também a consolação que a Doutrina nos
proporciona, principalmente através das comunicações mediúnicas, onde podemos
ouvir os relatos tanto dos espíritos superiores



quanto de espíritos que desencarnaram de forma súbita; e tenhamos a certeza
de que em qualquer circunstância teremos o amparo de Deus através de espíritos
familiares e amigos que recebem os desencarnantes e auxiliam aos que ficam.



Temos também a noção da continuidade da vida, da imortalidade e
individualidade da alma, a certeza absoluta da realização da justiça de Deus; o
exercício constante da nossa fé em Deus; e acima de tudo, nos momentos mais
difíceis, o recurso da prece como forma de buscar o contato com fontes
superiores e prosseguirmos na luta que nos cabe realizar num mundo de provas e
expiações como ainda é a nossa casa Terrena. Fiquem com Deus! (t)





Aluizio Lemos - missa de sétimo dia.



Aluízio Lemos




Lemos & Brentar







A família, consternada,
agradece as manifestações de pesar por ocasião do seu inesperado falecimento e
convida para a missa de 7◦ dia a ser realizada no próximo dia 24/01 às 18:30 na
Igreja de Santa Margarida Maria – Rua Fonte da Saudade s/n - Lagoa.






terça-feira, 16 de janeiro de 2007

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

Chacrinha o musical!

Start:     Jan 4, '07 7:00p
End:     Mar 4, '07 7:00p
Location:     Centro Cultural Correios
ESTRÉIA: 4/1, às 19h (para convidados)
TEMPORADA: até 4 de março, de quinta-feira a domingo às 19h.
INGRESSOS: R$ 20,00
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 14 anos DURAÇÃO: 120 min
LOCAL: Teatro do Centro Cultural Correios (lotação 200 lugares) Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro - Rio de Janeiro/RJ - Tel (021) 2253-1580.

Impossível falar de Abelardo Barbosa, o Chacrinha, sem pensar em sua inesquecível buzina, nas rimas engraçadas que fazia com os nomes das pessoas e em seus famosos bordões: “Alô, Alô, Terezinha!” e “Vai para o trono ou não vai?”
O espetáculo musical é uma viagem ao mundo exótico do Velho Guerreiro. A peça reproduz, em detalhes, os programas de auditório na televisão, respeitando os cenários, os figurinos e os trejeitos tão marcantes de Chacrinha, quando dava vida a esse personagem.
Mas não fica só na divertida confusão que Chacrinha criava no ar. A peça também leva o público ao início de sua carreira, para a trajetória no rádio, evidenciando os altos e baixos, fatos polêmicos e curiosidades. O texto explora a personalidade, os pensamento, o empenho e a marca singular desse homem-personagem. Não faltam também as chacretes, os calouros, o Russo, além dos conhecidos jurados: a inconfundível Elke Maravilha, o imprevisível Pedro de Lara, o machão Jece Valadão, entre outros.
No elenco, Luciano Pullig(Chacrinha),Andréia Rossi, Camillo Borges, Carolina Futuro, Joana Penna, Marcelo Dargains, Maurício Baduh, Nilson Guanapi, Pablo Áscoli,Tiago Higa. Direção e texto: Edu Mansur; Direção Musical: Roger Henri; Iluminação: Renato Machado; Figurinos: Eduardo Máximo; Cenografia: Cláudio Nascimento e Produção Executiva, Flavia Faria Lima.

domingo, 7 de janeiro de 2007

Para quem não conseguiu ver a matéria da Globo News no You Tube




Esta é a matéria da Globo News que publiquei no outro post Saiu na Globo News!!!. Algumas pessoas não conseguiram ver, então fiz o upload para cá. Espero que agora consigam!

Saiu na Globo News!!!

Rating:★★★★★
Category:Other
Reportagem sobre o musical Chacrinha! Minha sobrinha aparece logo no começo, rapidamente, à direita da tela.
Confiram!

Hoje é aniversário da Lelê!!!!!

Parabéns, amiga querida! Desejo a você, neste dia, tudo de mais lindo que a vida possa lhe trazer! Muito sucesso na carreira, muita e permanente felicidade no amor, saúde, paz e tranquilidade!

sábado, 6 de janeiro de 2007

Joana Penna - Chacrinha - fragmentos




Para quem não conseguiu ver no You Tube!

Joana Penna - Chacrinha - fragmentos




Minha sobrinha em momentos do musical Chacrinha!

Os dois solos que ela faz, foram gravados errado, posicionei a câmera na vertical e depois não consegui virar a gravação...
Amanhã vou lá de novo e depois coloco o vídeo aqui!

Obrigada
aos meus queridíssimos William, dna. Isabel, Edmundo, Adelídia e lindas
filhas que estiveram lá prestigiando a Joana! Fiquei tão emocionada com
esta atuação dela, que até me esqueci de registrar estas presenças tão
amigas!

Amo vocês por tudo que foram para mim ontem, especialmente!

sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

Jornal O Globo - Segundo Caderno - Crítica da Elena!




Não é por ser minha amiga não, gente, mas esta menina é uma SENHORA profissional, não acham?

Publicado no dia 04/01/2006

Clique duas vezes na foto para ler o artigo.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2007

Programa do musical Chacrinha




Este musical estará em cartaz a partir do dia 05/01/2006, até 04/03/2006, no Centro Cultural Correios no Rio de Janeiro.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

Chacrinha - O musical! Venham ver Joana Penna, minha sobrinha!











ESTRÉIA: 4/1, às 19h (para convidados)
TEMPORADA: até 4 de março, de quinta-feira a domingo às 19h.

INGRESSOS: R$ 20,00

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 14 anos
DURAÇÃO: 120 min

LOCAL: Teatro do Centro Cultural Correios (lotação 200 lugares)
Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro - Rio de Janeiro/RJ - Tel (021) 2253-1580.



Impossível falar de Abelardo Barbosa, o Chacrinha, sem pensar em sua
inesquecível buzina, nas rimas engraçadas que fazia com os nomes das
pessoas e em seus famosos bordões: “Alô, Alô, Terezinha!” e “Vai para o
trono ou não vai?”

O espetáculo musical é uma viagem ao mundo exótico do Velho Guerreiro.
A peça reproduz, em detalhes, os programas de auditório na televisão,
respeitando os cenários, os figurinos e os trejeitos tão marcantes de
Chacrinha, quando dava vida a esse personagem.

Mas não fica só na divertida confusão que Chacrinha criava no ar. A
peça também leva o público ao início de sua carreira, para a trajetória
no rádio, evidenciando os altos e baixos, fatos polêmicos e
curiosidades. O texto explora a personalidade, o pensamento, o empenho
e a marca singular desse homem-personagem. Não faltam também as
chacretes, os calouros, o Russo, além dos conhecidos jurados: a
inconfundível Elke Maravilha, o imprevisível Pedro de Lara, o machão
Jece Valadão, entre outros.

No elenco, Luciano Pullig(Chacrinha),Andréia Rossi, Camillo Borges,
Carolina Futuro, Joana Penna, Marcelo Dargains, Maurício Baduh, Nilson
Guanapi, Pablo Áscoli,Tiago Higa. Direção e texto: Edu Mansur; Direção
Musical: Roger Henri; Iluminação: Renato Machado; Figurinos: Eduardo
Máximo; Cenografia: Cláudio Nascimento e Produção Executiva, Flavia
Faria Lima.


Minha sobrinha, Joana Penna, participará do
elenco com dois personagens. É a oportunidade que terão de checar o seu
talento! Estarei lá na sexta-feira, dia 05/01. Quem vai
comigo?


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quarta-feira, 3 de janeiro de 2007 - 14:23


Tatiana Welikson no musical Chacrinha



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Depois de viver a Bárbara na novela Cobras & Lagartos, Tatiana Welikson vai brilhar nos palcos. A loira foi escalada para viver a chacrete Pantera no musical Chacrinha. Com direção de Eduardo Mansur, a peça estréia no dia 4 de janeiro no Centro Cultural dos Correios.


 


Por Giovanna Pagnoncelli

 
   





Site Buxixo: http://www.buxixo.com.br/noticias_2.asp?ID=31908




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Veja - Rio:





Chacrinha
e chacretes: no Centro Cultural dos Correios


O
musical de Edu Mansur (que assinou Clara, sobre a vida de Clara Nunes)
refaz a trajetória do apresentador Abelardo Barbosa, o Chacrinha. Ambientada
em um estúdio de televisão, a peça explora o universo popular
e característico do Velho Guerreiro, com direito a chacretes, jurados e
calouros de verdade. O elenco de dez atores é liderado por Luciano Pullig,
que encarna o apresentador. A trilha sonora percorre dos anos 40 aos 80, embalada
por canções de gente como Celly Campello, Maria Bethânia,
Clara Nunes e Aracy de Almeida. O público entra no clima na sala de espera,
com exposição de fotos e fantasias do Velho Guerreiro.