quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

Eternidade (homenagem ao meu pai)



Eternidade




 




 




É paradoxal que um homem que
passou a vida fazendo loucuras sobre uma motocicleta, tenha tido um fim como um
simples pedestre. É muito difícil para alguém aceitar a idéia de que tudo acaba
com a morte. Se assim for, a vida não tem o menor sentido. Nosso pai era uma
pessoa que tinha um pacto com a vida e cumpriu a sua parte. Se a morte o
surpreendeu, deve haver algo maior que justifique a sua ausência e dê sentido à
nossa existência.





 





O amor pelas máquinas de
duas e quatro rodas veio da infância, influenciado por seu pai Arsênio e seu
irmão mais velho Afrânio, tão tragicamente desaparecido. No final dos anos
quarenta, Aluizio atingiu o auge da sua carreira de piloto de motocicleta,
conquistando o campeonato brasileiro de subida de montanha, modalidade
esportiva comum naquela época e que atraía grande público no velho circuito da
Gávea. Também participou de diversas provas na Quinta da Boa Vista, tendo como
grande rival nas pistas e grande amigo fora delas, Arlindo Pereira Carneiro.





 





Em 1952 nosso pai sofreu o
grande trauma de sua vida: a perda trágica de seu irmão Afrânio. Poucas vezes
ouvimos papai falar sobre ele. A dor da perda o acompanhou até os seus últimos
dias. Queremos acreditar que a esta altura tio Afrânio arranjou uma motocicleta
espacial para ele, e que os dois estão cavalgando entre as estrelas, para
desespero da vovó, temerosa que seus filhos sejam atingidos por um cometa
perdido.





 





Por volta de 1956, Aluizio
conheceu aquele que viria a se tornar seu sócio, e um segundo pai para nós:
Albino Brentar. Para quem conheceu os dois, não dá para acreditar que uma
sociedade pudesse durar trinta anos entre pessoas tão diferentes. A paixão
pelas máquinas talvez fosse o único elo comum que os unisse. Pois estes dois
fundaram a Lemos & Brentar em 1957, que foi durante muitos anos um dos
principais pontos de encontro dos amantes do automobilismo e motociclismo no
Rio de Janeiro. A dupla Lemos & Brentar foi sem dúvida a principal distribuidora
Puma do Brasil, sem considerar a revenda paulista que pertencia aos donos da
fábrica. A empresa foi responsável pela venda de um quarto da produção da
indústria até o seu fechamento. Até hoje somos procurados por colecionadores de
carros antigos em busca de informações sobre seus veículos.





 





Em 1974, os dois acreditaram
no então incipiente mercado de motocicletas e adquiriram a Setemo, revenda
Honda na Gávea, um ano antes da implantação da primeira indústria de
motocicletas no Brasil.





 





A paixão pelo automobilismo
fez com que ambos transformassem a Lemos & Brentar no principal ponto de
apoio de equipes de outros estados, que vinham disputar provas na nossa cidade.
Entre elas estão a Dacon e Fittipaldi. Desta última eram representantes no Rio
de Janeiro, onde montavam seus famosos Fittipaldi Fórmula Vê, que tantos
pilotos revelou.





 





Albino se foi há cinco anos,
e hoje deve estar na patota celeste, que também deve contar com Hugo Rodrigo
Otávio, Berth Wills, Luiz Vital – o Bisão –, José Eduardo Bulcão, Miltom Pedro
Gomes, e muitos outros que já se foram.





 





Como pai foi muito severo,
principalmente com sua filha. Como avô foi terno, carinhoso e irreconhecível
para seus filhos. Como amigo, a presença de vocês pode atestar o quanto foi
querido.





 





A venda da Lemos & Brentar
em 1986 provocou uma precoce aposentadoria do nosso pai, que ainda não havia
completado sessenta anos.





 





Aluizio estudou Direito,
porque esta era a profissão do seu pai e avô. Muitos de vocês talvez não saibam
que ele foi juiz do Tribunal de Justiça Desportiva da Federação de
Automobilismo do Rio de Janeiro. Ele não alardeava muito este fato, por
sentir-se constrangido em julgar as barbeiragens dos seus amigos pilotos de
competição.





 





Nosso pai teve uma vida
pessoal conturbada, com dois casamentos e um relacionamento com os filhos que
alternava entre os extremos. Muitas diferenças só serão superadas pela
eternidade. Foi um pai presente, e isso não podemos negar. Papai viveu
intensamente seus oitenta anos. O que nos deixa mais triste é que fisicamente estava
longe de ter chegado sua hora. Teria muitos anos pela frente. As motocicletas
espaciais devem estar lá fora esperando o fim da missa para saírem em cortejo.
Triste para quem ficou.





 





Agradecemos a todos vocês em
nome da família o carinho que temos recebido.





 





 





                                   
Angela e
Gustavo




Texto redigido pelo meu irmão Gustavo e lido por mim, hoje, ao início da Missa de Sétimo Dia de falecimento do meu pai.










segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

O espiritismo consola, quando a dor da perda é imensa...



A Morte Súbita



16º Encontro Sobre “O Livro dos Espíritos”



Palestra Virtual

Promovida pelo Canal #Espiritismo

http://www.irc-espiritismo.org.br

e pelo Centro Espírita Léon Denis

http://www.celd.org.br



Palestrante: Eneida Caruso

Rio de Janeiro

06/03/2000



Organizadores da palestra:



Moderador: Wania” (nick: |Moderadora|)



“Médium digitador”: André Alcântara (nick: Eneida_Caruso)



Oração Inicial:



<|Moderadora|> Senhor Jesus, mais uma vez, aqui
reunidos, buscamos o teu amparo para as atividades desta tarde. Que os amigos
espirituais que conduzem este trabalho possam nos sustentar, nos orientar e nos
pacificar. Envolva, Mestre, a companheira Eneida que desenvolverá o tema da
tarde. Que seja em teu nome, mas sobretudo em nome de Deus, o início da nossa
atividade da tarde. Que assim seja!



Considerações Iniciais do Palestrante:



<Eneida_Caruso> O objetivo de hoje, ao analisarmos a questão da morte
súbita, é de refletir acerca da forma como lidamos com a perda de entes queridos
que partiram vítimas de acidentes vários e suicídios. (t)



Perguntas/Respostas:



<|Moderadora|> [01] <_Stone_> A morte súbita é uma fatalidade?



Vamos responder a esta questão com o conteúdo da questão 851
de “O Livro dos Espíritos”, que nos diz assim: "A fatalidade existe unicamente
pela escolha que o espírito fez, ao encarnar, desta ou daquela prova para
sofrer. (...) Falo das provas físicas, pois pelo que toca as provas morais e as
tentações o espírito, conservando o livre arbítrio quanto ao bem e ao mal, é
sempre senhor de ceder ou resistir." (t)



<|Moderadora|> [02] Os desencarnes coletivos são resgates?



É certo que a Providência Divina reúne, por força das
necessidades das criaturas, estas mesmas criaturas em torno de circunstâncias
que promovem o desencarne coletivo. Lembrando que o acaso não existe, nos
reportemos à questão 737 de “O Livro dos Espíritos”, onde os espíritos nos dizem
que Deus fere a humanidade por meio de flagelos destruidores para fazê-la
progredir mais depressa. (t)



<|Moderadora|> [03] Qual a situação do espírito no caso da morte
súbita. O desligamento do corpo físico também é súbito?



Para responder essa questão temos que entender que a condição
evolutiva do espírito desencarnante faz com que este tenha um entendimento mais
amplo ou não, que possa avaliar as suas condições no momento do passamento.
Existem inúmeros relatos de espíritos que, diante da morte súbita, sequer se dão
conta do acontecer e de outros tantos que tomam conhecimento do fato por si
mesmos e com o auxílio de amigos espirituais que o antecederam ao fenômeno da
morte e o recebem no plano espiritual. Quanto ao desligamento do perispírito,
estes laços também serão cortados de forma súbita e para alguns mesmo de forma
dolorosa. É como se o próprio corpo físico expulsasse o corpo espiritual e,
conseqüentemente, o espírito. (t)



<|Moderadora|> [04] <_Stone_> A maior dificuldade para os que ficam e para
quem desencarna no caso de morte súbita, é a falta do "acerto de contas", ou
seja, o perdão das ofensas, os últimos pedidos e a preparação para uma
despedida?



Tudo isso influi no momento da separação dos entes queridos
que ocorre com a morte súbita. Além do choque, uma das questões que mais aflige
a quem fica, ou até mesmo para quem parte, é a sensação de deixar coisas mal
resolvidas. (t)



<|Moderadora|> [05] <_Stone_> Conheço uma pessoa que nunca viajava de
avião porque sonhava com acidentes horríveis. No entanto, morreu quando um avião
caiu sobre o seu carro. Existem casos em que a criatura nunca poderá fugir do
seu "destino traçado"?



É como nos reportamos inicialmente à questão 851 de “O Livro
dos Espíritos” onde se diz que a fatalidade existe unicamente pelas escolha que
o espíritos fez ao encarnar desta ou daquela prova. E prosseguem os espíritos
dizendo: "Escolhendo-a (a prova), institui para si uma espécie de destino. (t)



<|Moderadora|> [06] “O Livro dos Espíritos” nos coloca que o
momento da morte é a única fatalidade. Como entender isto relacionando com
mortes súbitas, principalmente em caso de acidentes?



Continuamos a afirmar que a morte súbita é um meio pelo qual
o espírito escolhe vivenciar suas provas. Talvez ainda o que nos falta entender
é ver a morte não como um castigo, mas como um fenômeno que faz parte da
natureza humana, ou seja, de espíritos que estão na condição de encarnados,
tanto quanto faz parte desta mesma natureza o nascimento. (t)



<|Moderadora|> [07] A fase de perturbação espiritual é
mais complicada no caso da morte súbita?



Depende. Sempre vai concorrer nestes casos o conteúdo que o
espírito traz ao longo de suas experiências. Não esqueçamos que, ao analisar a
morte de um ente querido, estaremos falando também daquilo que ele, como
espírito, já conseguiu incorporar no seu ser ao longo dos séculos de existência.
Portanto, a fase de perturbação espiritual poderá variar de breves instantes a
meses ou anos, dependendo de sua condição evolutiva. (t)



<|Moderadora|> [08] <_Stone_> Os que desencarnam de morte súbita sofrem
mais do que aqueles que já tem a morte esperada?



Não necessariamente. Reafirmo que o sofrimento do espírito em
relação a morte dependerá das conquistas já realizadas. É claro que, em geral,
os que têm a morte esperada têm maior tempo para se preparar para o passamento,
o que não quer dizer que eles o façam efetivamente. (t)



<|Moderadora|> [09] Tenho lido, principalmente no que tange aos
chamados "suicídios indiretos", que há a possibilidade de o espírito desencarnar
"antes do tempo". Essa possibilidade se aplica também nos casos de acidentes? Se
a resposta for positiva, gostaria de saber também se isso não contraria a máxima
evangélica do "nem um fio de cabelo cai sem que Deus tome disso ciência"?



De uma forma geral, o espírito ao encarnar faz uma
programação das provas pelas quais irá passar, contribuindo para o seu
progresso, ao mesmo tempo que também programa a realização dessas provas num
determinado período de existência aqui na Terra.



Esse período de tempo poderá ser reduzido ou estendido de acordo com o bom
aproveitamento ou não da sua estada aqui na Terra. Portanto, um espírito
invigilante poderá, sim, antecipar o seu retorno ao plano espiritual sem que
tenha conseguido realizar aquilo que havia programado.



Nos casos de acidentes, como você pergunta, é também possível de acontecer
este retorno antecipado; imaginemos uma pessoa que goste de esportes perigosos:
mesmo que ele não tenha a intenção de morrer, você não acha que, ao praticar um
esporte perigoso, ou como gostam de falar, radical, pura adrenalina, não estaria
ele valorizando pouco uma dádiva de Deus, que é o direito de viver? (t)



<|Moderadora|> [10] <_Stone_> Qual o ensinamento contido neste contexto
para quem desencarna e para os entes queridos que ficam?



Sem dúvida nenhuma, estaremos aí, tanto quem "morre", quanto
quem fica, exercitando a nossa parcela de fé em Deus e de confiança na justiça
divina. Principalmente o sentimento da justiça é uma das questões que mais se
sobressaem nos corações que sofrem com a perda súbita de um ente querido. E a
primeira pergunta que fazemos é: “Por quê, meu Deus?” Isto se agrava mais ainda
se pensarmos nas mortes súbitas que tenham como fundo um assassinato. (t)



<|Moderadora|> [11] <_Stone_> Qual a relação entre aborto e morte súbita?
Para a criatura que é assassinada a perturbação é a mesma?



A questão do aborto, para quem o pratica, fica a critério do
julgamento de si mesmo pela sua própria consciência, a medida em que a criatura
compreende que o homem não tem o direito sobre a vida alheia.



Do ponto de vista de quem sofre o aborto, ou seja, do espírito reencarnante,
e que, com o conhecimento que a Doutrina Espírita nos traz, podemos considerar,
para este espírito, como morte súbita. A condição espiritual deste ser também
dependerá daquilo que ele já conquistou como espírito imortal, como já o
dissemos, em questões anteriores.



É comum, nestes casos, ouvirmos de espíritos que foram rejeitados, o
sentimento de mágoa pronunciado pela falta de aceitação por parte daqueles que
deveriam recebê-lo e assim não o fizeram. (t)



<|Moderadora|> [12] Pode haver casos em que o
desligamento rápido do corpo físico, possa manter a vida ainda neste corpo,
existindo apenas a morte cerebral?



Se considerarmos a questão do desligamento, a única coisa que
poderá prender o espírito, revestido do corpo espiritual ou perispírito, ao
corpo físico, será a sua condição mental, o que não quer dizer que o rompimento
dos laços fluídicos já não tenham sido feitos. A morte cerebral é um outro
estado de situação; neste casos, ainda existe vida vegetativa e, portanto, os
laços fluídicos ainda não foram cortados. (t)



<|Moderadora|> [13] <_Stone_> Aquela famosa cena do filme "Ghost", em que
o perispírito do protagonista continua correndo atrás do seu assassino e age
como se ainda estivesse encarnado, logo após o desligamento, é possível ou pura
ilusão?



É perfeitamente possível a ocorrência deste fato. é como
dissemos inicialmente: tudo dependerá do conhecimento que o espírito tem acerca
da vida espiritual. É comum o relato de espíritos que estão, por exemplo, em
situação de perigo, de guerra, ou estados semelhantes, que desencarnam e
continuam "lutando pela sua sobrevivência". (t)



<|Moderadora|> [14] Então é possível, mesmo, desencarnar sem
antes cumprir a "missão"? Isso segue algum critério ou é uma opção? O espirito
pode evoluir com isso?



No dizer dos espíritos a Kardec, relatado no livro “Obras
Póstumas”, a missão somente pode justificar-se pela obra realizada. Portanto é
possível que nós desencarnemos sem cumprir aquilo que nos coube realizar na obra
da criação enquanto espíritos residentes aqui na Terra.



Não diria que para isso exista algum critério, mas fica sempre a liberdade de
escolha do espírito de ceder ou de resistir diante das provas que lhe cabem
cumprir. Para o espírito isto será sempre uma forma de experiência, mesmo que
tenha uma colheita "amarga". (t)



<|Moderadora|> [15] Qual a relação entre suicídio e morte súbita?



Podemos encarar que o suicídio é uma forma de morte súbita.
Ao perdermos um ente querido através de suicídio, geralmente não esperamos que
ele possa escolher este gênero de morte, e o que mais incomoda naqueles que
ficam é o sentimento de culpa gerado pelo ato do suicídio em que se faz a
pergunta: ”Onde foi que errei?”



Além disso, a mágoa gerada no coração daqueles que permanecem encarnados,
muitas vezes é fonte de sofrimento para aqueles que optam pelo suicídio.(t)



Considerações Finais do Palestrante:



<Eneida_Caruso> A questão da morte súbita para nós ainda é, dado o
nosso nível de compreensão das questões espirituais, um motivo de dor para os
nossos corações, tanto de quem fica, como de quem parte. Dor esta,
principalmente, causada pela ausência física daqueles a quem amamos.



Importa neste momento ressaltarmos o valor da Doutrina Espírita em nossas
vidas que nos permite conhecer de formas tão amplas a vida no mundo espiritual
permitindo, assim, que nos preparemos mais diante de situações como estas
relatadas no estudo de hoje. Ressaltemos também a consolação que a Doutrina nos
proporciona, principalmente através das comunicações mediúnicas, onde podemos
ouvir os relatos tanto dos espíritos superiores



quanto de espíritos que desencarnaram de forma súbita; e tenhamos a certeza
de que em qualquer circunstância teremos o amparo de Deus através de espíritos
familiares e amigos que recebem os desencarnantes e auxiliam aos que ficam.



Temos também a noção da continuidade da vida, da imortalidade e
individualidade da alma, a certeza absoluta da realização da justiça de Deus; o
exercício constante da nossa fé em Deus; e acima de tudo, nos momentos mais
difíceis, o recurso da prece como forma de buscar o contato com fontes
superiores e prosseguirmos na luta que nos cabe realizar num mundo de provas e
expiações como ainda é a nossa casa Terrena. Fiquem com Deus! (t)





Aluizio Lemos - missa de sétimo dia.



Aluízio Lemos




Lemos & Brentar







A família, consternada,
agradece as manifestações de pesar por ocasião do seu inesperado falecimento e
convida para a missa de 7◦ dia a ser realizada no próximo dia 24/01 às 18:30 na
Igreja de Santa Margarida Maria – Rua Fonte da Saudade s/n - Lagoa.






terça-feira, 16 de janeiro de 2007

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

Chacrinha o musical!

Start:     Jan 4, '07 7:00p
End:     Mar 4, '07 7:00p
Location:     Centro Cultural Correios
ESTRÉIA: 4/1, às 19h (para convidados)
TEMPORADA: até 4 de março, de quinta-feira a domingo às 19h.
INGRESSOS: R$ 20,00
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 14 anos DURAÇÃO: 120 min
LOCAL: Teatro do Centro Cultural Correios (lotação 200 lugares) Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro - Rio de Janeiro/RJ - Tel (021) 2253-1580.

Impossível falar de Abelardo Barbosa, o Chacrinha, sem pensar em sua inesquecível buzina, nas rimas engraçadas que fazia com os nomes das pessoas e em seus famosos bordões: “Alô, Alô, Terezinha!” e “Vai para o trono ou não vai?”
O espetáculo musical é uma viagem ao mundo exótico do Velho Guerreiro. A peça reproduz, em detalhes, os programas de auditório na televisão, respeitando os cenários, os figurinos e os trejeitos tão marcantes de Chacrinha, quando dava vida a esse personagem.
Mas não fica só na divertida confusão que Chacrinha criava no ar. A peça também leva o público ao início de sua carreira, para a trajetória no rádio, evidenciando os altos e baixos, fatos polêmicos e curiosidades. O texto explora a personalidade, os pensamento, o empenho e a marca singular desse homem-personagem. Não faltam também as chacretes, os calouros, o Russo, além dos conhecidos jurados: a inconfundível Elke Maravilha, o imprevisível Pedro de Lara, o machão Jece Valadão, entre outros.
No elenco, Luciano Pullig(Chacrinha),Andréia Rossi, Camillo Borges, Carolina Futuro, Joana Penna, Marcelo Dargains, Maurício Baduh, Nilson Guanapi, Pablo Áscoli,Tiago Higa. Direção e texto: Edu Mansur; Direção Musical: Roger Henri; Iluminação: Renato Machado; Figurinos: Eduardo Máximo; Cenografia: Cláudio Nascimento e Produção Executiva, Flavia Faria Lima.

domingo, 7 de janeiro de 2007

Para quem não conseguiu ver a matéria da Globo News no You Tube




Esta é a matéria da Globo News que publiquei no outro post Saiu na Globo News!!!. Algumas pessoas não conseguiram ver, então fiz o upload para cá. Espero que agora consigam!

Saiu na Globo News!!!

Rating:★★★★★
Category:Other
Reportagem sobre o musical Chacrinha! Minha sobrinha aparece logo no começo, rapidamente, à direita da tela.
Confiram!

Hoje é aniversário da Lelê!!!!!

Parabéns, amiga querida! Desejo a você, neste dia, tudo de mais lindo que a vida possa lhe trazer! Muito sucesso na carreira, muita e permanente felicidade no amor, saúde, paz e tranquilidade!

sábado, 6 de janeiro de 2007

Joana Penna - Chacrinha - fragmentos




Para quem não conseguiu ver no You Tube!

Joana Penna - Chacrinha - fragmentos




Minha sobrinha em momentos do musical Chacrinha!

Os dois solos que ela faz, foram gravados errado, posicionei a câmera na vertical e depois não consegui virar a gravação...
Amanhã vou lá de novo e depois coloco o vídeo aqui!

Obrigada
aos meus queridíssimos William, dna. Isabel, Edmundo, Adelídia e lindas
filhas que estiveram lá prestigiando a Joana! Fiquei tão emocionada com
esta atuação dela, que até me esqueci de registrar estas presenças tão
amigas!

Amo vocês por tudo que foram para mim ontem, especialmente!

sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

Jornal O Globo - Segundo Caderno - Crítica da Elena!




Não é por ser minha amiga não, gente, mas esta menina é uma SENHORA profissional, não acham?

Publicado no dia 04/01/2006

Clique duas vezes na foto para ler o artigo.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2007

Programa do musical Chacrinha




Este musical estará em cartaz a partir do dia 05/01/2006, até 04/03/2006, no Centro Cultural Correios no Rio de Janeiro.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

Chacrinha - O musical! Venham ver Joana Penna, minha sobrinha!











ESTRÉIA: 4/1, às 19h (para convidados)
TEMPORADA: até 4 de março, de quinta-feira a domingo às 19h.

INGRESSOS: R$ 20,00

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 14 anos
DURAÇÃO: 120 min

LOCAL: Teatro do Centro Cultural Correios (lotação 200 lugares)
Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro - Rio de Janeiro/RJ - Tel (021) 2253-1580.



Impossível falar de Abelardo Barbosa, o Chacrinha, sem pensar em sua
inesquecível buzina, nas rimas engraçadas que fazia com os nomes das
pessoas e em seus famosos bordões: “Alô, Alô, Terezinha!” e “Vai para o
trono ou não vai?”

O espetáculo musical é uma viagem ao mundo exótico do Velho Guerreiro.
A peça reproduz, em detalhes, os programas de auditório na televisão,
respeitando os cenários, os figurinos e os trejeitos tão marcantes de
Chacrinha, quando dava vida a esse personagem.

Mas não fica só na divertida confusão que Chacrinha criava no ar. A
peça também leva o público ao início de sua carreira, para a trajetória
no rádio, evidenciando os altos e baixos, fatos polêmicos e
curiosidades. O texto explora a personalidade, o pensamento, o empenho
e a marca singular desse homem-personagem. Não faltam também as
chacretes, os calouros, o Russo, além dos conhecidos jurados: a
inconfundível Elke Maravilha, o imprevisível Pedro de Lara, o machão
Jece Valadão, entre outros.

No elenco, Luciano Pullig(Chacrinha),Andréia Rossi, Camillo Borges,
Carolina Futuro, Joana Penna, Marcelo Dargains, Maurício Baduh, Nilson
Guanapi, Pablo Áscoli,Tiago Higa. Direção e texto: Edu Mansur; Direção
Musical: Roger Henri; Iluminação: Renato Machado; Figurinos: Eduardo
Máximo; Cenografia: Cláudio Nascimento e Produção Executiva, Flavia
Faria Lima.


Minha sobrinha, Joana Penna, participará do
elenco com dois personagens. É a oportunidade que terão de checar o seu
talento! Estarei lá na sexta-feira, dia 05/01. Quem vai
comigo?


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quarta-feira, 3 de janeiro de 2007 - 14:23


Tatiana Welikson no musical Chacrinha



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Depois de viver a Bárbara na novela Cobras & Lagartos, Tatiana Welikson vai brilhar nos palcos. A loira foi escalada para viver a chacrete Pantera no musical Chacrinha. Com direção de Eduardo Mansur, a peça estréia no dia 4 de janeiro no Centro Cultural dos Correios.


 


Por Giovanna Pagnoncelli

 
   





Site Buxixo: http://www.buxixo.com.br/noticias_2.asp?ID=31908




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Veja - Rio:





Chacrinha
e chacretes: no Centro Cultural dos Correios


O
musical de Edu Mansur (que assinou Clara, sobre a vida de Clara Nunes)
refaz a trajetória do apresentador Abelardo Barbosa, o Chacrinha. Ambientada
em um estúdio de televisão, a peça explora o universo popular
e característico do Velho Guerreiro, com direito a chacretes, jurados e
calouros de verdade. O elenco de dez atores é liderado por Luciano Pullig,
que encarna o apresentador. A trilha sonora percorre dos anos 40 aos 80, embalada
por canções de gente como Celly Campello, Maria Bethânia,
Clara Nunes e Aracy de Almeida. O público entra no clima na sala de espera,
com exposição de fotos e fantasias do Velho Guerreiro.